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TECHCRUNCH DISRUPT SE APROXIMA DAS GRANDES EMPRESAS

O TechCrunch Disrupt, evento de empreendedorismo, inovação e tecnologia, mudou. E não foi só de lugar, mas de proposta. O evento, que acontecia num charmoso galpão, à beira da baía de San Francisco, foi para o Moscone Center, localizado na região de South Market. É nele que o Disrupt mostra sua nova cara. Leia-se: aberto às grandes empresas. É uma combinação diferente dos anos anteriores. Até 2017, o evento, que está perto de completar uma década, só reunia empreendedores e investidores de várias partes do mundo, duas tribos que se conheciam muito bem. Agora, as startups, além dos fundos, anjos e aceleradoras, têm que lidar com as grandes empresas. O que isso significa? Se quiser se dar bem, precisa ter produtos validados e capazes de resolver problemas de grandes corporações. Pela quarta vez, Pequenas Empresas & Grandes Negócios acompanha o evento in loco para ver como esses empreendedores, alguns deles brasileiros, inovam com uma boa ideia e pouco dinheiro no bolso – e passam por essa transformação de lutar também dinheiro do corporate venture. Antes da conclusão, temos uma primeira impressão. O primeiro impacto ao entrar no evento é ver, logo de cara, jovens, na casa dos 30 anos, alguns de chinelos, cabelos pintados, conversando com executivos (alguns de terno). O assunto? Inovação. Ao prestar atenção nas conversas, é possível ver que o profissionalismo do ecossistema de startups aumentou. Agora, o que vale não é a boa ideia, capaz de ser inovadora. Para ser atraente, a startup sabe que tem que trazer resultado sobre o investimento, o ROI; e o empreendedor tem que falar sobre o tema – e números – com segurança para conseguir parar os executivos do corporare venture. No evento, que vai até a próxima sexta-feira, (7/9), são mais de 1,2 mil startups mostra suas inovações no seguintes setores: financeiro, saúde, segurança, inteligência artificial, blockchain, carros autônomos e por aí vai. Certamente sairá coisa boa daí. O Disrupt, é bom lembrar, é um celeiro de boas ideias e de gente mudando o mundo. Foi no palco do evento que empresas como Uber, Airbnb, Fitbit e Evernote se apresentaram quando ainda pequenos negócios em busca do primeiro milhão de dólares. Fique ligado na cobertura da PEGN e vamos descobrir qual será a startup mais promissora para os próximos anos. FONTE: https://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2018/09/acompanhando-o-ecossistema-de-startups-techcrunch-disrupt-amadurece-e-se-aproxima-das-grandes-empresas.html